
Rápidos à saída de Kinshasa, 3.8.06, 15 horas
Blogue fundado em 22 de Novembro de 2003 por Ana Gomes, Jorge Wemans, Luís Filipe Borges, Luís Nazaré, Luís Osório, Maria Manuel Leitão Marques, Vicente Jorge Silva e Vital Moreira



Kinshasa I, Dima, às 22.30, dia 30 de Julho de 2006O que se passou foi isto: um tipo que vive de publicidade em páginas na Internet escolheu o Abrupto (provavelmente, entre outros blogs com altos níveis de visitantes) e injectou na conta Blogger deste um pequeno programa (javascript) que lhe permitiu (permite) substituir os conteúdos do blog original com os seus próprios. Pronto. Quando quer (quiser), abre a conta de JPP (com uma ferramenta chamada AJAX) e, em vez de "user name", introduz um "script" que substitui o conteúdo (o "bug" da plataforma Blogger consiste em permitir isto); depois, repõe a situação inicial (user ID e password), o "post" pirata passa a arquivo histórico, e assim por diante. Entretanto, a sua conta publicitária (AdBrite) contabiliza de cada vez mais uns milhares de "page-views" e, com sorte, uns quantos "cliks" em anúncios; é assim que o "hacker" é pago, além de se tornar conhecido no meio "hacker" por ter chateado mais um "colunável".»
João Pedro G.
«A pointless war that no one may have wanted and no one can win. It should stop now. (...) This is madness, and it should end. It is madness because the likelihood of Israel achieving the war aims it has set for itself is negligible. However much punishment Mr Olmert inflicts on Hizbullah, he cannot force it to submit in a way that its leaders and followers will perceive as a humiliation. Israel's first invasion of Lebanon turned into its Vietnam. It is plainly unwilling to occupy the place again. But airpower alone will never destroy every last rocket and prevent Hizbullah's fighters from continuing to send them off. No other outside force looks capable of doing the job on Israel's behalf. At present, the only way to disarm Hizbullah is therefore in the context of an agreement Hizbullah itself can be made to accept.»Decididamente, até o velho e conservador Economist se virou contra mais esta aventura bélica do Estado judaico. O que dirão os ventríloquos dos falcões de Telavive, sempre prontos a denunciar as cavilosas motivações dos "inimigos" de Israel?
(Editorial do The Economist de hoje).